Lucas Pennacchi
Av.Indianópolis nº 309
cow parade nas ruas paulistanas até 21 de março 2010
conheça as vaquinhas: http://www.cowparade.com.br/galeria.php
O Estado de São Paulo desenvolveu um artesanato típico e peculiar, produzido basicamente com matéria-prima fornecida pela floresta tropical. Misturando técnicas trazidas pelo colonizador europeu com as desenvolvidas pelos indígenas e negros e enriquecendo-se com a curiosa contribuição cultural das diferentes populações de migrantes e imigrantes. A intensa industrialização tem dado lugar a um novo tipo de artesanato, o artesanato urbano, em que resíduos industriais são reciclados pelas mãos dos artesãos, transformando-se em objetos singulares. Ainda assim, algumas regiões mantêm seu artesanato tradicional, como Apiaí, no Vale do Ribeira, com sua cerâmica rústica, figurativa, utilitária e decorativa de grande valor histórico, cultural e econômico; o Vale do Paraíba, com os trançados de fibras vegetais, os entalhes de madeira, a cerâmica de origem silvícola e a de alta temperatura, de influência oriental. No litoral é marcante o artesanato indígena, produzido por remanescentes dos guaranis, especialmente a cestaria de cipó, bambu e taboa e os artefatos de caça, pesca, adorno e instrumentos musicais, que combinam a utilização de madeiras, fibras, cabaças e outros materiais. Outras manifestações do artesanato paulista podem ser encontradas em feiras semanais na Capital, no Interior, no Litoral, com destaque para a da Praça da República, da Liberdade e a do Embu.
Em fevereiro de 2005, a SUTACO registrou a marca de mais de 36.400 artesãos cadastrados em todo o Estado de São Paulo, incluindo a Capital e os 350 municípios que mantêm termo de cooperação com o programa.
Lei 7.126, de 30/04/91, instituiu o dia 19 de março como Dia do Artesão.

...a pirâmide truncada na nota de um dolar, 1US$Para celebrar o fim de ano, a Fundação Memorial da América Latina programou um show especial denominado “Rodada Dupla”. Subirão ao palco os grupos Barbatuques e Raies de Dança Flamenca. Cada um apresenta seu show separadamente. Mas no final compartilham a ribalta em um pulsante “duo”, que resulta em um diálogo surpreendente de duas formas totalmente diferentes de usar o corpo. O preço do ingresso é subsidiado: R$ 15,00 (meia-entrada: R$ 7,00). O especial de fim de ano será no dia 17 de dezembro, quinta-eira, às 21, no Auditório Simón Bolívar.
Barbatuques é um núcleo artístico e pedagógico que pesquisa a percussão corporal. Esse trabalho foi iniciado pelo músico Fernando Barba através de seu interesse por extrair sons de seu próprio corpo, brincadeira que foi nomeada como barbatuques e que logo se transformou em pesquisa. A expressão musical através da exploração dos inúmeros sons que podem ser produzidos pelo corpo humano é o tema central dessa pesquisa.
Tanto como grupo musical quanto como núcleo de professores, o Barbatuques vem atuando desde 1995 em diversas regiões do Brasil e também no exterior. O Barbatuques já lançou os cds “Corpo do Som” em 2002, “O seguinte é esse” em 2005 e o DVD “Corpo do Som ao Vivo” em 2007. O grupo foi contemplado em 2006 pelo Prêmio TIM de Música como melhor grupo de MPB. O grupo já se apresentou e realizou workshops em países como França, Espanha, Estados Unidos, Suíça, Portugal, Líbano, Rússia, Senegal e Colômbia.
Paralelamente aos shows, o grupo vem realizando amplamente oficinas para grupos artísticos, empresas, escolas, fundações culturais, ongs e universidades. O grupo já ministrou oficinas para o elenco do espetáculo “Saltimbanco” do Cirque de Soleil que esteve em cartaz em São Paulo.
Em shows e gravações o grupo já realizou parcerias com artistas como Bobby McFerrin, Camille, Keith Terry, One Giant Leap, Marku Ribas, Stênio Mendes, Chico César e Badi Assad. No final de 2008 o grupo fez sua primeira turnê nos EUA. O grupo participará do International Body Music Festival em San Francisco organizado pelo músico e pesquisador Keith Terry, pioneiro da percussão corporal na costa oeste dos EUA. Atualmente o grupo tem se dedicado à organização do Núcleo Barbatuques, um centro de pesquisa, registro e difusão da música corporal.
Raies, Companhia de Teatro Dança e Arte Flamenca
Em 1992 um grupo de artistas profissionais ligados à música, dança, teatro e artes plásticas, reuniu-se para criar um grupo de Arte Flamenca: nascia o grupo.Desde sua fundação o Raies esteve interessado em pesquisar a linguagem flamenca, tanto na sua teatralidade, e expressividade, quanto nas relações que podia estabelecer com a cultura brasileira. Dessa forma seus espetáculos foram sempre inovadores e colaboraram para constituir a linguagem do flamenco feito no Brasil. Destacou-se no cenário da dança flamenca, em 1996, o espetáculo “Flamencas - Uma História de Mulheres”, que reuniu os mais importantes nomes do flamenco jovem brasileiro.
Com o amadurecimento do trabalho, o Raies assumiu uma sede própria com a proposta de aprofundar o ensino da Arte Flamenca. Assim em 1998 foi inaugurado o Raies Dança Teatro, em São Paulo. No novo espaço, a pesquisa de linguagem pôde ser aprofundada em direção ao conceito de teatro-dança e, todos os anos, o Raies apresenta espetáculos que incluem seus alunos nessa perspectiva de apresentar um flamenco brasileiro. Não brasileiro porque utiliza mesclas com a cultura brasileira em si, mas sim brasileiro porque resgata a expressividade flamenca pura, através de almas brasileiras.
Escenas Flamencas é mais do que um espetáculo de flamenco: é uma proposta de abordagem dessa arte. Neste trabalho que o Raies Dança Teatro vem aprofundando ao longo de anos, o grupo revela uma nova sensibilidade para a dança flamenca e uma abordagem original na dramaturgia dos bailes tradicionais. Neste trabalho o Raies Dança Teatro se propõe a reunir o tradicional e o moderno da música e dança, através do toque das castanholas, sapateado, palmas e leques Com um elenco de 5 bailarinos e 3 músicos, esse espetáculo apresenta os ritmos mais significativos do flamenco ampliando as possibilidades expressivas de cada um.
O espetáculo é composto pelos ritmos:
Sevillanas
Soleá/Soleá Bulerias
Tangos
Instrumental
Alegrias
Fandangos/Jaleos
Bulerias
As Sevillanas e os Fandangos são bailes muito populares na Andalucia e apresentados por todo o elenco acompanhados por castanholas e leques. São ritmos vibrantes e dinâmicos e mostram mais temas ligados ao cotidiano do povo espanhol. As Alegrias são apresentadas por um solista e demonstram mais a técnica do sapateado e a expressividade contagiante do flamenco. A Soleá por Buleria faz parte do “cante jondo” e é apresentada por um solista exigindo do mesmo uma interpretação mais dramática e introspectiva. Por fim os Tangos e Bulerias que são ritmos “festeros” encerram a apresentação com todo o elenco novamente, cada um mostrando rapidamente uma performance individual e o grupo todo finaliza a apresentação como uma festa, onde sapateado, palmas e muitos movimentos vibrantes contagiam o público presente.
Ficha técnica:
Direção Coreográfica: Deborah Nefussi
Direção Musical: Yuri Cayrez
Direção Cênica: Daniela Nefussi
Músicos: Yuri Cayrez (Guitarra)
Luciano Khatib (Percussão)
Elsa Maya (Cante)
Bailarinos: Deborah Nefussi
Carolina da Mata
Ana Paula Campoy
Priscila Grassi
André Pimentel
Serviço: Rodada Dupla - Grupo Raies de Dança Flamenca e Barbatuques - Especial de Fim de Ano
Dia: 17 de dezembro, quinta, 21h
Local: Auditório Simón Bolívar
Ingressos: R$ 15,00 - meia entrada R$ 7,00
Bilheteria: Dia 16 das 14 às 19h / dia 17 após às 14h
http://www.memorial.sp.gov.br/memorial/AgendaDetalhe.do;jsessionid=7AA30521AF001DC023AC61FF154E0602?agendaId=1586

A iniciativa ainda prevê a apresentação de "Cidade dos Sonhos", da Cia. Cênica Nau de Ícaros (4 e 5 de setembro), uma palestra e demonstração artística da grafiteira Nina Pandolfo (2 e 3 de outubro), a montagem "O Básico do Circo", com o Núcleo Pavanelli de Teatro e Circo (6 e 7 de novembro), e a realização de dança flamenca pelo Grupo Raies (4 e 5 de dezembro). Todos os eventos ocorrem na praça do Patriarca, a partir das 12h30.
Acesse o site Catraca Livre para saber mais sobre eventos gratuitos e populares.
Praça do Patriarca, s/nº, Sé, região central, São Paulo, SP. 31/7 e 1º/8: Choronas e Toninho Ferragutti; 4 e 5/9: "Cidade dos Sonhos"; 2 e 3/10: Nina Pandolfo; 6 e 7/9: "O Básico do Circo"; 4 e 5/12: Grupo Raies. 12h30. Grátis. Classificação etária: livre.
CCBB - r. Álvares Penteado, 112, Centro, região central, São Paulo, SP. Tel.: 0/xx/11/3113-3651. 14 e 15/8: "Asas". 18h. Grátis. Classificação etária: livre.
O baterista Charles Gavin lança livro: 300 Discos Importantes da Música Brasileira, com 434 páginas e formato de LP: 31cm x 31cm.
Ilustrado pelas capas dos discos citados, o livro tem ainda fotos inéditas e índices por nome do artista e por título do disco.
Como bônus, integram a obra dois CDs de álbuns históricos: um de Moreira da Silva (O Último Malandro, de 1959) e outro de Elza Soares (Baterista Wilson das Neves, 1968).
O lançamento acontecerá em São Paulo, nesta quinta-feira, 30 de outubro, a partir das 19h, na Livraria Cultura da Av. Paulista.
Na ocasião, Charles Gavin e os jornalistas Tárik de Souza, Carlos Calado e Arthur Dapieve, que assinam as resenhas dos discos, participarão de um debate sobre o mote do livro: a necessidade do resgate e da preservação da memória da música brasileira.
A obra estará à venda exclusivamente na Livraria Cultura, por R$ 230,00. Parte da renda obtida será doada ao Instituto Sou da Paz.
http://www.soudapaz.org/acontece/noticia.aspx?n=241
Publicado em: 29/07/2009| Tempo do vídeo: 131 minutos
A crença em um ser superior pode gerar paz de espírito ou pode trazer medo. A Bíblia fala de dois patriarcas da fé: o Deus de Abraão é próximo e afetuoso; o Deus de Moisés lança raios e punições. Na origem da nossa cultura conhecemos um deus consolador e um deus terrível. Amor ou medo? Qual o principal motivo que leva as pessoas para a religião?